1st Workshop Brazil - Cuba: Sustainable Development in Semi-arid Regions

Experiences and perspectives on professional qualification for plant abiotic stress research and agriculture in semi-arid zones

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De 21 a 23 de agosto Todos os dias das 07h às 17h
Natal, RN Praiamar Natal Hotel & Convention

Sobre o Evento

Prezados congressistas,

Bem-vindos ao 1st Workshop Brasil/Cuba promovido pela UFRN

“SUSTAINABLE DEVELOPMENT IN SEMI-ARID REGIONS”

(Desenvolvimento Sustentável em Regiões Semi-áridas)

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em colaboração com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido e a Universidad de La Habana, tem o prazer de convidá-lo a participar deste evento que ocorrerá em Natal-RN entre os dias 21 a 23 de Agosto de 2017. O evento acontecerá no Praiamar Natal Hotel & Convention e consistirá de palestras e mesas redondas sobre o tema central objeto de colaboração científica entre as instituições: "O Desenvolvimento Sustentável em Regiões Semiáridas".

A programação do workshop contempla palestras de pesquisadores nacionais e internacionais sobre temas com ênfase na resistência aos estresses salino e déficit hídrico, fatores abióticos que dificultam a produção e o desenvolvimento agrícola no semiárido. Além deste enfoque científico, o evento promoverá diversas mesas redondas com gestores locais e nacionais responsáveis por conduzir políticas públicas de pesquisa e formação de recursos humanos.

Participam do “1st SDAR - SUSTAINABLE DEVELOPMENT IN SEMI-ARID REGIONS” as Universidades envolvidas na execução do projeto (CAPES-Brasil/MES-Cuba) financiado pela CAPES e executado de 2012 a 2016 através de seus programas de pós-graduação: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA); Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidad de La Habana (UH).

O principal objetivo do evento é construir um espaço de intercâmbios humanos e científicos para o debate, troca de ideias e partilha de experiências para tratar das dificuldades da produção agrícola no semiárido, relacionadas às condições desfavoráveis como a escassez de água e excessos de sais no solo.

Bem-vindos à Natal-RN, a Cidade do Sol. Cidade privilegiada por suas belezas naturais, lindas praias, dunas, lagoas e povo acolhedor. Contamos com sua participação para conhecer temas científicos relevantes para nossa região, bem como para participar da discussão sobre a implementação de políticas públicas construtivas para o país.

Comissão Organizadora.

Palestrantes

  • Cristiane Elizabeth Costa de Macêdo
  • Yuri Lima Melo
  • Rosa Rodés García
  • Patricia Ortega Delgado
  • Josemir Moura Maia
  • Lisiane Lucena Bezerra
  • Eduardo Ortega
  • Loiret Fernández García
  • Edith Taleisnik
  • Salomão de Sousa Medeiros
  • Sérgio Luiz Ferreira da Silva
  • Bruno Gabai

Programação

07h30 Credenciamento e retirada de material
Local: Entrada do Salão Jatobá

Credenciamento e retirada do material.

08h30 Solenidade de abertura
Local: Salão Jatobá

Solenidade de abertura.

09h00 - Cristiane Elizabeth Costa de Macêdo "Brasil-Cuba: 4 anos de investimento na qualificação de profissionais em fisiologia de plantas vs. estresses do semiárido"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 01

Brasil-Cuba: 4 anos de investimento na qualificação de profissionais em fisiologia de plantas vs. estresses do semiárido.

Profa. Dra. Cristiane Elizabeth Costa de Macêdo

(Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN)

10h00 - Edith Taleisnik "El semiárido: Abordando os desafios a la productividad de los cultivos"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 02

Conferência de Abertura do Simposio. El semiárido: Abordando os desafios a la productividad de los cultivos.

Profa Dra Edith Taleisnik

(Instituto de Fisiología y Recursos Genéticos Vegetal (IFRGV) – Córdoba - Argentina)

Resumo: Esse seminário bilateral convoca os pesquisadores de uma região caracterizada pela incerteza na frequência e magnitude das precipitações, ocorrência de períodos de seca intensa, mas também de inundações, altas temperaturas medias e solos propensos à degradação. Estas características são, e se prevê, que vão ser ainda mais graves pelas mudanças climáticas anunciadas, e todas elas impactam negativamente no rendimento potencial dos cultivos e da qualidade. Focalizando seus esforços na problemática do seu ambiente mais próximo, os pesquisadores de plantas podem contribuir significativamente na mitigação das perdas de rendimento e segurança alimentar previstas nestes ambientes. A obtenção dos germoplasmas adaptados a tais condições requer adotar uma visão critica sobre os alcances dos resultados experimentais e repensar nas dimensões da pesquisa agropecuária

11h00 "Programas Governamentais de Cooperação Internacional"
Local: Salão Jatobá

MESA REDONDA 1

Programas Governamentais de Cooperação Internacional

1. Benefícios da internacionalização e possibilidades de cooperação internacional via Capes.

Cyntia Sandes Oliveira

(Assessora da Diretoria de Relações Internacionais da CAPES) 

Resumo: A cooperação internacional é um componente estratégico da missão da Capes e está voltada, principalmente, à cooperação em nível de país a país, como consequência dos acordos de cooperação firmados pelo governo brasileiro. A Capes proporciona a formação de recursos humanos de alto nível com a inserção de brasileiros no meio acadêmico, científico e tecnológico internacional. Nesse contexto, a internacionalização constitui recurso para tornar a educação superior responsiva aos requisitos e desafios de uma sociedade globalizada. Como um dos valiosos componentes da educação superior moderna, ela pode ser definida como processo amplo e dinâmico, que, além da mobilidade de discentes e docentes, abrange a integração da dimensão internacional no ensino, pesquisa e extensão das instituições de ensino superior (IES). Nesse contexto, a Capes promove oportunidades de fomento à internacionalização de diversas maneiras, que incluem: projetos conjuntos de pesquisa; parcerias universitárias; bolsas individuais; auxílios; e acesso a publicações internacionais por meio do portal de Periódicos.

2. Projeto de Internacionalização da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Prof. Dr. Marcio Venício Barbosa

(Secretário de Relações Internacionais da UFRN)

12h30 Almoço
Local: Restaurante Aquarium - Praiamar Natal Hotel

ALMOÇO

14h30 - Yuri Lima Melo "Proteção osmótica e iônica: Mecanismos de defesa em Jatropha curcas submetida ao estresse salino"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 03

Proteção osmótica e iônica: Mecanismos de defesa em Jatropha curcas submetida ao estresse salino.

Dr. Yuri Lima Melo

(Universidade Estadual da Paraíba - UEPB)

Resumo: A salinidade é um dos estresses abióticos que mais restringe a produção agrícola, pois inibe o crescimento e a produtividade das culturas, agindo através de componentes osmóticos e iônicos. Para contornar tais implicações, as plantas desenvolveram estratégias de sobrevivência que incluem o controle na absorção e exclusão dos íons a nível celular, a síntese de solutos compatíveis (ajustamento osmótico), mudanças na rota fotossintética, alteração na estrutura das membranas, dentre outros. A análise de aspectos fisiológicos, em plantas com grande potencial econômico e ambiental, tem grande relevância para a expansão das fronteiras agrícolas e conservação do meio ambiente. Dentre as várias espécies, Jatropha curcas L. (pinhão manso) é um arbusto pertencente à família Euphorbiaceae que apresenta fácil propagação, grande resistência à seca e salinidade, propriedades de reflorestamento e é uma matriz promissora para a produção de biocombustíveis. Avaliar a contribuição de solutos orgânicos e inorgânicos no ajuste osmótico contribui para o aprofundamento do conhecimento em aspectos fisiológicos e bioquímicos da J. curcas L., permitindo a identificação de características quantitativas e/ou qualitativas determinantes da resistência desta espécie quando cultivada em áreas salinizadas.

15h30 - Salomão de Sousa Medeiros "Desafios e o papel da ciência, tecnologia e inovação no desenvolvimento do semiárido"
Local: Salão Jatobá
PALESTRA 04

Desafios e o papel da ciência, tecnologia e inovação no desenvolvimento do semiárido. 

Dr. Salomão de Sousa Medeiros 
(Diretor do Instituto Nacional do Semiarido – INSA/ MCTI)
16h30 - Bruno Gabai "Fomento à pesquisa no Nordeste Brasileiro"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 05

Fomento à pesquisa no Nordeste Brasileiro.

Bruno Gabai

(Gerente de Ambiente de Programas Especiais e Fundo de Pesquisa) 

17h30 - Sérgio Luiz Ferreira da Silva "Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro - SCSB"
Local: Salão Jatobá
Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro (SCSB)

Lançamento da Revista:

“Brazilian Journal of Semiarid Environments”

Prof. Dr. Alberto Soares de Melo
(Universidade Estadual da Paraíba - UEPB)

07h30 Credenciamento e retirada de material
Local: Entrada do Salão Jatobá

Credenciamento e retirada de material.

08h30 - Rosa Rodés García "Estresses abióticos: Cambio climático y formación de biomasa en las plantas"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 06

Estresses abióticos: Cambio climático y fomacion de biomassa en las plantas.

Profa Dra Rosa Rodes 

(Universidad de La Habana - Cuba)

09h30 "Empresas e Sociedades do Semiárido: Cenário atual, avanços e perspectivas"
Local: Salão Jatobá

MESA REDONDA 2

Empresas e Sociedades do Semiárido: Cenário atual, avanços e perspectivas.

 

1. Contribuições da Embrapa Semiárido para pesquisa, desenvolvimento e inovação no semiárido brasileiro

Dr. Flavio de França Souza

(Chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento - EMBRAPA Semiárido)

2. Pesquisa agropecuária norteriograndense - passado, presente e futuro

Dr. José Simplício de Holanda

(Diretor Pesquisa e Desenvolvimento - EMPARN)  

3. Papel da Sociedade Científica do Semiárido para as ciências agrárias

Prof. Dr. Adriano do Nascimento Simões

(Presidente da Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro - SCSB)

10h30 Intervalo
Local: Salão Jatobá

INTERVALO.

11h00 - Patricia Ortega Delgado "La tolerancia a la salinidad de Jatropha curcas desde la germinación y sus posibilidades en un ambiente semi-árido"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 07

La tolerancia a la salinidad de Jatropha curcas desde la germinación y sus posibilidades en un ambiente semi-árido.

Profa Dra Patricia Ortega Delgado

(Universidad de La Habana - Cuba)

Resumo: Jatropha curcas é uma cultura promissora para a produção de biocombustuble com conteúdo elevado do óleo das sementes. Tem sido relatado como planta moderadamente tolerante ao sal; no entanto, os mecanismos fisiológicos para evitar danos induzidos pelo stress não foram bem estabelecidos. No âmbito do projeto 141/11-CAPES/MES-UFRN/UH foi estudada a resposta de J. curcas a condição de estresse diferentes. Os resultados sugerem que a J. curcas tem uma estratégia para conservar a água e a atividade de fotossíntese não é afetada pela salinidade moderada, permitindo o crescimento da planta. A germinação não é afetada em 75 mM NaCl e a 150 mM não é completamente inibida. Estes estudos trazem informações valiosas sobre o estabelecimento de J. curcas nas condições da região semi-árida.

12h30 Almoço
Local: Restaurante Aquarium - Praiamar Natal Hotel

ALMOÇO

14h00 - Josemir Moura Maia "Respostas oxidativas e ajustamento osmótico versus estresses salino e déficit hídrico em plantas"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 08

Respostas oxidativas e ajustamento osmótico versus estresses salino e déficit hídrico em plantas.

Prof. Dr. Josemir Moura Maia

(Universidade Estadual da Paraíba)

15h00 "Programas de qualificação profissional – Experiência, oportunidades e desafios"
Local: Salão Jatobá

MESA REDONDA 3

Programas de qualificação profissional – Experiência, oportunidades e desafios.

 

1. Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais da UFRN: trajetória e desafios na qualificação de recursos humanos.

Prof. Dr. Mauro Pacheco

(Coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Florestais - PPGCFL – UFRN)

2. Pós-Graduação em Fitotecnia da UFERSA: Excelência na formação de recursos humanos qualificados.

Prof. Dr. Daniel Valadão

(Coordenador do Programa de Pós-graduação em Fitotecnia – UFERSA)

3. Formação de mestres e doutores no semiárido: importância para as demandas regionais.

Prof. Dr. Jean Berg Alves da Silva

(Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação – UFERSA)

16h30 - Lisiane Lucena Bezerra "Indicadores fisiológicos, bioquímicos e moleculares em cártamo (Carthamus tinctorius L.) submetido ao estresse salino e déficit hídrico"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 09

Indicadores fisiológicos, bioquímicos e moleculares em cártamo (Carthamus tinctorius L.) submetido ao estresse salino e déficit hídrico.

Dra.  Lisiane Lucena Bezerra

Resumo: O Carthamus tinctorius L. é uma espécie promissora para produção de biodiesel, por ter boa adaptação a regiões de baixa pluviosidade, além de ser considerada uma cultura moderadamente tolerante a salinidade, podendo ser cultivada em diferentes regiões áridas e semiáridas do mundo. A seca e salinidade representam os mais comuns estresses ambientais, que limitam o crescimento vegetal e a produtividade das culturas. Sob estresses salino e hídrico, as plantas desenvolvem mecanismos fisiológicos, bioquímicos e moleculares que estão implicados na tolerância e/ou susceptibilidade. Uma das estratégias de adaptação das plantas ao estresse osmótico e iônico é o ajustamento osmótico, que é acompanhado pela absorção de íons inorgânicos, e pelo acúmulo de solutos orgânicos compatíveis, os osmoprotetores. Dentre os solutos que mais contribuem na osmoregulação em diferentes espécies são os açúcares redutores e não-redutores, a glicina betaína, as proteínas e a prolina.

08h30 - Loiret Fernández García "Interacción planta - microorganismo: alternativa potencial para mitigar el estrés salino"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 11

Interacción planta - microorganismo: alternativa potencialpara mitigae el estrés salino.

Prof. Dr. Loiret Fernandes Garcia

(Universidad de La Habana - Cuba)

Resumo: O estresse salino é um problema para a agricultura agora dias. O arroz é alimento básico em muitos países e consome grandes quantidades de água no entanto a água doce está tornando-se escassa em muitos lugares. . O Projeto 41/11 CAPES/MES–UFRN/UH deu o enquadramento para o estudo da interação de Oryza sativa–microorganismo em condições de estresse salino. Descobrimos que a arquitetura raiz do arroz muda devido à interação, bem como a atividade de enzimas antioxidantes; também o perfil de aminoácidos e o conteúdo de pigmentos foram modificados. As plantas inoculadas com microorganismos benéficos apresentaram melhores condições comparadas às não inoculadas. Sugerimos que os efeitos nocivos do estresse salino possam ser mitigados devido a interações benéficas entre plantas e microorganismos.

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09h30 - Eduardo Ortega "El sistema radical de las plantas en condiciones de estrés salino"
Local: Salão Jatobá

PALESTRA 10

El sistema radical de las plantas en condiciones de estrés salino.

Prof. Dr. Eduardo Alfonso Ortega Delgado

(Universidad de La Habana - Cuba)

Resumo: Trata-se da arquitetura do sistema radical (ASR) e do efeito da salinidade. Nós dedicá-lo ao Projeto conjunto CAPES/MES 141/11, UH-UFRN-UFERSA em parceria com EMPARN & UEPB, para FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS BRASILEIROS E CUBANOS EM ÁREAS DO SEMIÁRIDO. A conferência é sobre métodos de estudar ASR e o alivio a o stress para as plantas inoculadas com bactérias benéficas. As experiências do autor são oferecidas e há umas perspectivas do trabalho a ser feitas para revelar os efeitos da salinidade na fisiologia vegetal. O autor aprecia o trabalho dos colegas brasileiros para organizar o 1o Simpósio especialmente para a Prof. Dra. Cristiane Elizabeth Costa de Macedo, e dedica esta pequena contribuição às crianças brasileiras e cubanas que agora são o futuro de nossos países.

11h00 Encerramento
Local: Salão Jatobá

Encerramento - Perspectivas, parcerias e cooperações nacionais e internacionais.

Prof. Dr. Josemir Moura Maia

Profa. Dra. Patricia Ortega

Local

Praiamar Natal Hotel & Convention - 59090-050, Rua Francisco Gurgel, No. 33, Ponta Negra, Natal, Rio Grande do Norte

Organizadores

Financiadores

Colaboradores

Organizador

Laboratório de Estudos em Biotecnologia Vegetal (UFRN) / Laboratório de Fisiologia Vegetal (UH)